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O que está acontecendo com as comunidades indígenas da Amazônia?


No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou como pandemia a disseminação do novo coronavírus (Covid-19). Desde então, governos e sociedade civil realizam ações de prevenção, à medida que todos os brasileiros estão expostos a doenças: pessoas da cidade, do campo - e também das florestas.


Enquanto isso, madeireiros, garimpeiros e grileiros, mesmo com o isolamento social imposto pelo governo como prevenção à Codiv-19, continuam a atuar ilegalmente nos Territórios Indígenas. Segundo os alertas do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), 72% de todo o garimpo realizado na Amazônia – entre janeiro e abril de 2020 – ocorreu dentro dessas áreas – que deveriam ser "protegidas".


As populações indígenas, em especial na Amazônia, possuem uma histórica vulnerabilidade epidemiológica. E apesar do suposto isolamento geográfico dessas comunidades, as relações sociais e comerciais com as cidades da região ampliam o risco de disseminação do coronavírus nas terras indígenas; que quando associado à precariedade do sistema de atenção primária à saúde, podem colocar em risco a vida de milhares de indígenas. Infelizmente já há transmissão comunitária do vírus nas terras indígenas da Amazônia, e em alguns territórios muitas vidas indígenas já foram perdidas. Por isso, precisamos agir agora para cuidar de quem cuida da floresta.



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Como a pandemia do novo coronavírus afeta as comunidades indígenas?


Os mesmos indivíduos que destroem a floresta também colocam em risco as populações indígenas, atuando como vetores de transmissão do Covid-19, o que pode afetar as 400 mil pessoas dos 180 povos que atualmente vivem na Amazônia. Até 19 de outubro de 2020, foram confirmados quase 37 mil casos em comunidades indígenas no país e 852 vidas já foram perdidas pelo novo coronavírus.


Outro fator que agrava o cenário de risco à população indígena da Amazônia, em meio à pandemia do novo coronavírus, é o aumento recente da atividade garimpeira na região. Antes mesmo do surgimento da ameaça do novo coronavírus, muitos povos indígenas já estavam ameaçados pelos milhares de garimpos ilegais, que vêm gerando alarmantes índices de contaminação por mercúrio na população de 18 terras indígenas.



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Greenpeace Brasil e povos indígenas. Uma história de décadas de lutas e solidariedade.


O Greenpeace Brasil desde a sua fundação há mais de 28 anos demonstra apoio e solidariedade aos povos indígenas, em especial aos povos da Amazônia, que com seu modo de vida tradicional mantém a floresta em pé. Além de terem o direito de ter seus direitos originários reconhecidos, eles desempenham um papel importante na proteção da Amazônia. E sem a Amazônia protegida, comprometemos o clima global e a produção de alimentos no país. Em inúmeras vezes, a organização se manifestou e se mobilizou a favor dos Guardiões da Floresta. Por exemplo, em 2016, quando fizemos uma grande campanha que mobilizou 1 milhão de apoiadores à luta do povo Munduruku pelo arquivamento do processo de licenciamento da hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. Se construída, a obra provocaria o alagamento da Terra Indígena Sawré Muybu, onde vive parte deste povo, e causaria impactos sociais e ambientais irreversíveis na região.


Além disso, estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Science, para medir as emissões de carbono causadas pela degradação e pelo desmatamento – usando uma tecnologia inovadora que combina imagens de satélite com dados de campo –, sugere que as terras indígenas (TIs) e as áreas naturais protegidas (ANPs) na Amazônia são menos propensas à perda de carbono por degradação do que regiões desprotegidas.



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Como o Greenpeace está apoiando os povos indígenas durante a pandemia da Covid-19?


Reafirmando o compromisso de cuidar de quem cuida da floresta, o Greenpeace se manterá ao lado dos povos indígenas da Amazônia, não só apoiando o Plano Emergencial Indígena de Enfrentamento à Covid como também denunciando as violações de seus direitos e territórios. Nesse cenário mundial de emergência climática e sanitária, continuaremos firmes em nossa missão de defender a floresta, seus povos e a vida no planeta. Esse deve ser o compromisso de cada um de nós, na construção de um mundo solidário e justo, em que as pessoas e a natureza estejam acima do lucro.



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Para onde vão os fundos arrecadados?


Como parte do compromisso assumido com uma gestão pautada pela transparência e boa governança, o Greenpeace, todos os anos, tem suas contas auditadas.


Sua doação será aplicada nesta campanha ou em outra campanha, projeto ou atividade do Greenpeace Brasil, conforme as demandas de recursos da organização.


No Relatório Anual você encontra uma série de campanhas e atividades realizadas para defender o meio ambiente no país. Compartilhamos um resumo das principais atividades do ano anterior, bem como a prestação de contas sobre todos os recursos que recebemos e de que forma investimos.


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Por que o Greenpeace precisa da minha doação?

Não aceitamos doações de empresas, governos ou partidos políticos. Somos uma organização independente sem fins lucrativos. Precisamos da ajuda de pessoas como você para manter a nossa independência e defender o meio ambiente e o futuro do planeta.


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